TUMBLR +18

FAQ, LEIA ESSA MERDA

Antes de qualquer coisa já tentou procurar aqui : www.google.com.br

TUMBLR PARA MAIORES DE 18 ANOS.. NÃO ME RESPONSABILIZO POR NADA CADA UM SABE O QUE FAZ.

Nossa você é ignorante: Eu ignorante? logico que não seu filho da puta, tomar no seu cu, não to aqui para agradar ninguém, vai bater sua punheta e deixa eu em paz seu pau no cu

Se aqui é uma tumblr +18 porque posta coisas mais românticas? : Uma porque o tumblr é meu e eu posto o que eu quiser e outra que acho as fotos legais

Qual seu nome : ANDRÉ mas podem me chamar de 'Déeh' .

Me mandou uma cartinha *-*: Será ignorado (a) e será apagada :) coisa de fdp esse negocio de cartinha.

Idade : 19 .

Opção sexual : Heterossexual .

Onde mora : São paulo capital

É virgem : sou de peixes 28/02

Namora : Não

Porque fez um tumblr porno : Antes era para responder ask porque no meu tumblr pessoal estava chegando muita ask sobre sexo, só que começaram a pedir fotos e gifs e fui arrumando ele e hoje está ai firme e forte

Porque você não responde as pessoas que vem sem ser anonimo : Respondo sim mas em privado.

Me indica : NÃO

Você muito tarado : Que bom

Seu tumblr é um lixo : o mundo me visita bjs

Você é ignorante e não sabe responder as perguntas : Que pena se eu fosse um profissional você poderia até falar mas não sou.

Tem quantos seguidores : 0 seguidores

Homem liga para estrias/ celulites ou meninas gordinhas? : NÃO e vsf homem não liga para essas coisas

Porque não posta todas plaquinhas : Antes eu postava mas como mudei um pouco o estilo de gifs e fotos que estou postando, posto apenas as que eu acho compartível com o conteudo que estou postando

Nossa você é famoso : Seu cu, odeio que vem falar que sou famoso, não to ganhando dinheiro não to dando entrevistas então famoso o caralho.

Como faz oral, anal, sexo, bolo, miojo.. : Antes de perguntar isso assista os videos pois eles te ensinara melhor do que eu.

se a menina engolir gozo ela tem risco de engravida: NÃO

voce acha que 15 anos é muito novo pra perder a virgindade?: CADA UM FAZ O QUE QUER.

quando a mulher perde a virgindade sangra? : Algumas sim outras não

Perder a virgindade dói? : Sim mas se você ficar relaxada dói pouco, pois dor é psicológico..


Qual seu tumblr pessoal : http://my-lifeiisyou.tumblr.com/

TUMBLR +18
 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Casal apaixonado

Ligo pra você e digo que to indo pra sua casa, você fala que vai me esperar no seu quarto e que é pra ir direto pra lá. Me arrumo, coloco uma lingerie super sexy e coloco tipo um casaco por cima, daqueles que vão ate o joelho e fecha e de salto pra ficar do seu tamanho ne haha. Chego na sua casa, e vou direto pro seu quarto, bato na porta e voce abre pra mim, dou um sorriso super grande e te abraço e te beeijo beem demorado, chupando sua lingua, mordendo seus lábios e com as minhas mãos no seu cabelo puxando de leve, me aperto em voce, com os nossos lábios encostados falo:

-Tava com saudade bebe . 
Mordo sua boca e continuo o beijo, passando minha lingua pelos seus lábios e sentindo seu piercing na minha lingua, sinto suas mãos descendo pro meu bumbum e dps mais ainda querendo subir o casaco, me solto de voce e seguro suas mãos , olho pra voce e vejo sua carinha de triste, fico com vontade de rir e falo :

- Tem que tirar com carinho amor, apreciar o momento .. Mordo sua orelha, e volto a te beijar enquanto suas mãos vão soltando os botões do casaco até suas mãos encostarem no meu corpo quase nu, Voce para de me beijar quando percebe que to só de lingerie e fica me olhando todinha, com cara de safado, mordendo os lábios Deixo o casaco cair no chão e sinto suas mãos passando pelo meu corpo todo, de leve. Sinto seu pau encostando na minha bct, ficando duro me aperto mais em voce, roçando no seu pau, mostrando o que eu quero. Suas mãos continuam subindo pelo meu corpo, em todos os lugares , sinto voce ficando dura mais e mais a cada segundo e gostando dms disso, Falo:  - Então amor? Gostou? Voce olha pra mim e beija, coloca a mão no meu cabelo e puxa de leve , enquanto sua outra mão aperta bem gostoso o meu bumbum, voce morde meu lábio e fala: - Gostosa Sorrio, com os nossos lábios encostados e falo: - Acho que gostou então ne Voce não responde, me pega no colo, colocando minhas pernas em voce , me encosta na parede , tira meu sutian super rapido e começa a me chupar bem gostoso, passando o seu piercing no biquinho do meu peito, me deixando toda arrepiada, enquanto minha mão fica no seu cabelo e eu de olhos fechados, aproveitando o momento e sentindo ficar molhada. Sua boca sobe um pouco pro meu pescoço, me deixando algumas marcas mas nem ligo , suas mãos ficam apertando meu bumbum , sinto voce todo duro, já que ta só de samba canção, me esfrego um pouco nele e voce morde minha orelha e eu dou um gemido . Quando escuta meu gemido, me desencosta da parede e senta na cama comigo no seu colo ainda, fico te beijando chupando sua lingua, mordendo seus lábios e me esfregando bem gostoso no seu pau duro, enquanto suas mão apertam meu bumbum. Dps voce levanta e me deita na cama, começa a chupar meus seios de novo e vai descendo beijando minha barriga, para na minha calcinha, e fica brincando com o elastico dela . Eu levanto o quadril e voce tira a calcinha com a boca , joga ela no chão , abre mais minhas pernas e começa a me chupar, fico toda arrepiada quando seu piercing geladinho encosta na minha bct e automaticamente minha mão vai pra sua cabeça, voce fica passando a lingua por ela toda, dps fica fingindo que ta penetrando a lingua, tirando e colocando ela, dps fica um bom tempo com ela no meu clitóris me fazendo gemer  bem alto , voce penetra um dedo e eu fico louca de tesão , gemendo mt . Puxo voce pra cima de mim e fico te beijando, enquanto me masturba mais . Dps fico por cima de voce, te beijando e vou descendo, tiro a sua samba canção passando as unhas na sua pele e dps seguro ele com uma mão e começo a te chupar beeem gostoso, passando a lingua por ele todo e passando minhas unhas nas suas bolas ; Fico subindo e descendo passando a lingua, e dps coloco ele todinho na minha boca ;9 Quando tiver bem duro mesmo, eu paro de te chupar e vou indo pra cima de voce, sentando devagarzinho e gemendo. Começo devagar, e dpos beem rapido, rebolando bem gostoso, gemendo e te arranhando por um bom tempo, voce segura meu quadril e dá um impulso, colocando ele todinho mesmo e sinto seu gozo quentinho dentro de mim.



Marcelinho lendo contos eróticos 9 - Professora vestida de Anjo



A Loira de Osasco

Olá, vou contar minha história com a Martha, uma linda loira de Osasco. Bom vou começar me apresentando, sou morena, cabelos longos pretos, olhos pretos, boca carnuda, pernas grossas e peitos do tamanho de um melão, sou carioca e adoro praia. Eu tinha 27 anos quando conheci a Martha, estav eu sozinha em minha casa numa noite de muita chuva, sem ter como sair, fui pro meu quarto e deitada começei a ler meus recados de e-mail, sem nada de interessante, mas na última página tinha um daqueles recados de propagandas, par perfeito, como eu estava sozinha e sem namorado, fui fuxicar para ver como era, me cadastrei e entrei, numa fração de segundos recebi vários comentários e muitos rapazes e bastante corôas também queriam teclar comigo, então comecei a teclar com vários rapazes que achava interessante, mas os papos só era de pornografia, tudo chato, nada me interessava, já com vontade de dormir eu decidi desligar o Lap top, quando recebi um comentário meio que diferente, eu pensei comigo mesma, vou ver no que vai dar, era uma mulher querendo teclar comigo, eu nunca tinha tido um relacionamento com outra mulher, meu negócio era homem, mas o papo da Martha me prendeu ao computador, achei interessante e embarquei naquela aventura, ora, eu estava no Rio de Janeiro e ela em São Paulo, não iria dar em nada, e eu estava muito curiosa com aquilo. Depois de muita insistência de Martha para que eu a aceitasse no msn, eu topei, e fomos teclar no reservado do msn, lá eu pude ver como ela realmente era, uma linda loirinha de olhos azuis, muito bonita, e ela também me achou muito gata, conversamos a noite toda, e assim se repetia quase todos os dias, ficamos teclando por mais ou menos uns três meses, e o dia que uma das duas não entrava para teclar, parecia que o mundo tinha se acabado, trocamos telefonemas coisa e tal, mas era nas lentes de nossas câmeras que víamos umas as outras, cada dia que passava o clima almentava e ficava cada vez mais quente, Martha era doidinha, ela só falava coisas que me deixavam exitada, e para mim era tudo muito novo, outra mulher me galanteando. Um certo dia, cheguei em casa com muita vontade de transar, mas eu não tinha ninguém, estava solteirona e sozinha mesmo, fui teclar com Martha, e para minha surpresa ela apareceu nuazinha em frenta câmera, um par de seios lindos parecidos com os meus, só que branquinhos de auréolas rosadas, uma barriguinha tipo tanquinho com um piercing no umbigo, um par de pernas lindas, e com uma xaninha loirinha, aparadinha, fiquei constrangida, o que fazer? Pensei, bom, fiz o mesmo, tirei toda minha roupa e ela pode me observar do outro lado, recebi vários eloguios pelo meu corpo, só senti vergonha da minha xana, eu não havia preparado nada, estava uma mata que só, rsrsrsrs, mas memso assim ela elogiou. depois disso ela me apareceu com um enorme cacete preto de plástico em suas mãos, ela tinha diversos brinquedos, com aquela enorme rola na mão, ela começou a tocar o seu clitóris, que era bem pequeno, quase não dava para ver, rosadinho. Depois eu não acreditei no que ela fez, ela enfiou aquilo tudo dentro da sua bucetinha que parecia ser pequena, mas bem profunda, foi tudinho, não deixou nada de fora, ela ficou brincando com aquele pau até gozar, e eu estava pegando fogo do outro lado, pela primeira vez na minha vida, começei a tocar uma ciririca em minha buceta, não demorei muito para gozar estava ardendo de tesão. Daí em diante nossas conversas eram sempre assim, uma vendo a ouotra goszar pela web cam, e Martha sempre tinha brinquedinhos novos, já eu não poderia ter nada, sou de uma família evangélica muito rigorosa, por isso não dava para ter nada disso em casa. Mas Martha me pregou um peça, me enviou um presente, quando recebi estava toda minhafamília perto, era uma caixa pesada com um embrulho bem bonito, e todos ficaram falando para eu abrir ali na frente deles, e eu fiz a maior besteira, abri na frente de todos e para minha surpresa e de toda minha família, Martha tinha me enviado de presente vários brinquedos eróticos, cada cacete maior que o outro, tinha um grosso um de dois lados, cordinha com bolinhas e tudo mais, meus pais me escurraçaram e eu corri pro meu quarto a chorar.

Pensando comigo mesmo eu decidi, tenho 27 anos, maior de idade, tenho minha independência, embora morasse com meus pais, vou fazer uma loucura. Peguei o telefone e ligue para Martha, contei tudo que tinha acontecido e disse que naquela mesma noite estaria embarcando num ônibus para São Paulo, ela nem acreditou, ficou toda feliz e disse que me esperaria na rodoviária. E foi o que aconteceu, saí de casa sem que ninguém me visse e fui em busca da minha felicidade, não sabia para onde e nem se daria certo, mas eu tinha que arriscar. Com as pernas bambas, fui para Sampa, e como combinado, esta ela no portão de desembarque linda com aqueles olhos azuis me esperando, eu toda despenteada e cara de sono, nem acreditei, mas ela estava lá, e sem me dizer nada me recebeu com um celinho na boca, fiquei tonta e confusa, pois nunca, nem de brincadeira, eu tinha dado um celinho em outra garota, aquilo pra mim era novo em cheio de barreiras, pensava no que os outros iriam dizer coisa e tal. Mas Martha logo me deu um abraço forte, e pude ouvir o lindo som de sua voz, macia e delicada, muito feminina, ninguém acreditaria se não visse, que a dona daquela vozinha meiga era “sapata”, bom retribui o abraço, que foi bem gostoso, e ela então me falou: ” Vamos para nossa casa”! Eu nem acreitei, nossa casa, já eramos um casal, marido e mulher, mas quem era o marido e quem era a mulher? Fiz essa pergunta para Martha e ela me respondeu: “Quando eu estiver por cima, eu sou o marido, e quando eu estiver por baixo, eu serei sua mulher, e vice-versa”! Então fomos para nossa casa, minha nova casa, um apartamentinho jeitosinho, que ficava em Osasco, mal fechou a porta de casa e Martha me pegou em seus braços me dando um senhor beijo de lingua, eu fechei meus olhos e retribuí o seu beijo, sem medo, masa com as pernas bambas e como estava bambas, o coração batia acelerado demais, e veio lá do pé um fogo, que foi subindo, subindo, e chegou na minha xana, ardia de tesão, rapidamente ficou ensopada de um líquido quente e viscoso, seti naquela hora que o mesmo acontecia com Martha, um beijo que não parava e cada vez mais ofegante e exitante ficava. Martha foi me beijando e me levado para o quarto, num gesto selvagem me jogou na cama, e caiu por cima de mim, me beijando a boca e correndo suas mãos delicadas e macias por todo meu corpo, e foram essas mão que começaram a tirar a minha blusa, depois passou pelos meus peitos, barriguinha desceram até as minhas pernas, foram para minha bunda e subindo pelas minhas costas, desabotuou meu sutiã arrancando ele como se fôsse um mal que estava em mim. Meus peitos pularam para fora, grandes e duros, ela então começou a trabalhar com a lingua, passou pelo meu pescoço e ombros e depois desceu cheio de vontade nos meus peitos, parecia uma criança esfomeada mamando em meus peitos, foi uma sensação de prazer enorme, minhas mão começaram arranhar as suas costas, começei a gemer de tanto tesão, eu nunca tinha transando dessa forma e desse jeito, Martha não sossegava sua mão, enquanto mamava meus peitos sua mão começou a acariciar minha buceta ainda por cima da calcinha que estava toda molhada, molhada mesmo, era tanto tesão que escorria por minhas pernas. Delicadamente, Martha desceu sua boca para minha barriga e com as mão foi tirando minha saia, fiquei só de calcinaha, mas Martha não a tirou, chegou ela para o ladinho e com toda vontade e tesão do mundo colocou sua boca na minha xoxotinha ensopada, e começou a sugar meu grelo, que produzia mais e mais caldinho viscoso que Martha tomava tudinho, ela sugava e engolia meu tesão todo não deixava nada, ela parecia já conhecer minha bucetinha a anos e a chupava como se estivesse beijando, passava aquela linguinha quentinha por toda minha buceta, e depois começou a penetrar seu dedinho nela, começou com um e terminou com quatro, ela enfiava sua lingua e os dedos na minha xoxotinha, que não demorou muito para gozar, soltei um grito de prazer e gozo bem alto, e quanto mais eu gozava, mais ela mandava eu gritar, gozei como nunca, foi um dia inesquecível para mim, tornamos a fazer sexo naquele dia por mais cinco vezes, fiquei acabada e satisfeita!! Vamos fazer um ano juntas, eu descobri que a Martha é o Amor da minha vida, e eu o dela !!! E de pensar que um dia eu jamais poderia imaginar que algo desse tipo pudesse acontecer comigo, me apaixonar, transar e casar com uma outra mulher !!! Nós estamos apaixonadas, e brevemente iremos nos casar, Ah, os brinquedinhos dela, agora também são meus, rsrsrsrsr, só o negão que exclusivamente dela, eu não aguentei, é muito grande, rsrsrsrs!!! Bjos pessoal. 



A gaúcha Mileny

Meu nome é Luiza, tenho hoje 20 anos. Sempre fui branquinha, com peitos bem durinhos e grandes, uma bunda de causar inveja a muitas mulheres, loira e olhos verdes. Me mudei aos 18 anos para o Rio Grande do Sul, para cursar Medicina; lá conheci Mileny, também era branquinha, com os cabelos escuros, olhos negros, boca rosada, peitos pequenos (porém lindos), e uma bunda linda. Nos tornamos muito amigas, já que cursávamos o mesmo curso. Ficamos cada vez mais íntimas, Mileny tinha um namorado chamado Vinícius, que eu achava muito bonito. As férias vieram e eu voltei para minha cidade natal para passar os dias livres, mas logo voltei; quando cheguei, fui à faculdade ver minhas notas, e como sempre estava caindo o céu de tanto chover; ao chegar lá, encontrei Mi (como eu a chamava), na volta ela me chamou e me pediu uma carona, já que estava sem carro, e a faculdade fica muito longe de sua casa. Notei que no caminho de volta, Mi ficou todo o trajeto calada, as vezes me dirigia uns olhares estranhos; quando de repente me pediu para parar, em um bar, eu achei estranho mas parei; lá ela puxou uma cadeira ali no balcão mesmo e sentou, e então sentei também; ela começou a beber uma dose de tequila atrás da outra, e começou a me contar que o Vinicius havia ficado com outra menina, e que eles tinham terminado e é óbvio que ela começou a chorar. Quando dei por mim, já era bem tarde da noite, Mi estava muito bêbada, decidi ligar para os pais dela e avisar que ela dormiria na minha casa; e assim fiz, coloquei-a no carro com muita dificuldade, acabamos ficando muito molhadas por causa da chuva; do bar até em casa, ela ficou o tempo todo me olhando com um certo desejo. Chegando em casa, arrastei-a pelos corredores, e no elevador do prédio; entramos por fim no meu apartamento, e a levei imediatamente para o banheiro; a sentei na beira da banheira e tirei sua roupa para tentar secá-la; quando fui tirar sua calcinha ela segurou minha mão pressionando-a contra sua xaninha, que estava muito quente; olhei para ela assustada, e então ela me disse – Ta vendo como ela esta?! Ela esta te querendo!- sorri e disse que ela estava bêbada de mais pra pensar nessas coisas. A ajudei colocar um pijama meu e a levei pra cama do quarto de hospedes, então ela me chamou e pediu para me contar um segredo, quando me aproximei do seu rosto, ela segurou minha cabeça e me deu um beijo, que beijo; tentei me livrar mas quanto mais eu me debatia para me soltar, mas gostoso ficava, do nada Mi, colocou a mão entre as minhas pernas, bambiei na hora, minha bucetinha já estava molhada; enfim, me soltei daquele beijo maravilhoso; Mi se levantou e disse que me queria e que sempre quis, que nunca havia transado com uma mulher, mas que sempre teve esse desejo por mim. Eu não sabia o que fazer, eu nunca tinha transado com uma mulher, mas então Mi, me abraçou e foi beijando meu pescoço, sentia o cheiro gostoso do seu cabelo, não resisti; acabei tirando a blusinha do pijama que ela vestia e chupei seus peitos com uma vontade imensa, acabamos indo para o meu quarto, pois la a cama era maior, ela tirou minha blusa e eu já fui logo desabotoando a calça jeans, ela imediatamente colocou sua mão dentro da calça, quase enlouqueci de tesão, a beijava desesperadamente, levantei e terminei de tirar a calça, e junto a calcinha, nessa hora Mi, já tinha se livrado do short do pijama. Eu em pé e ela sentada na cama, ela me puxou pela cintura e me beijava a barriga, dava pequenas mordidas, enquanto colocava dois dedos bem na portinha da minha buceta, a empurrei na sobre a cama, ela caiu deitada, senti sobre ela e esfregava minha buceta nela como um animal sedento por prazer, ela foi me puxando para cima, acabei com a minha xaninha, sobre sua boca então ela me chupou, e como chupou, me enlouquecendo de prazer, mesmo que inexperiente no assunto, ela fez isso com uma linda maestria; acabei gozando ali. Então quis retribuir, fui me abaixando lentamente, abri sua perna, a enchi de beijinho naquela maravilhosa buceta, e cai de boca, com vontade, chupei deliciosamente cada lábio, cada pedaço daquela maravilha, ela também gozou. Sentamos as duas, a encaixamos as pernas de uma maneira em que nossas bucetinhas ficassem encaixadas, então foi maravilhoso, uma verdadeira briga das aranhas, nos esfregávamos deliciosamente até termos um maravilhoso orgasmo. E foi assim, depois disso, dormimos abraçadas



BRINCANDO COM LARISSA NO BANHEIRO DA ESCOLA

 Oi gente, mais uma vez estou eu aki, escrevendo meu terceiro conto de lesbianismo, só fiquei triste com os poucos e-mails q recebi sobre meu segundo conto, acho q acabei me alongando um pouco nele, mas tinha q contar os detalhes ou naum daria o mesmo efeito.



Bom, depois de descrever akela loucura entre eu e Rafaela no prédio da minha namorada, na época, há dois anos atrás, decidi retomar do ponto de partida, ou seja, Larissa, minha deliciosa amiga.



Depois de nossa primeira transa na casa dela, acabaram-se os pudores entre nós, naum importava a hora, o lugar ou o momento, era só a gente ficar a sós um momento q já estávamos nos esfregando entre altos beijos e amassos, num fogo enorme e um desejo incontrolável. Claro q, apesar dessa certa “perda de vergonha”, as coisas ainda tinham hora e lugar pra rolar, pelo menos até akela quarta-feira. Estávamos nós, na escola, em plena aula de história, e estávamos em duplas, resumindo um texto muito chato. Claro q, enquanto resumíamos, íamos conversando, falando akelas besteiras básicas e organizando qdo seria nossos encontros, qdo poderiam rolar. Certo momento, enquanto discutíamos a respeito disso, decidi começar a provoca-la, falando ao ouvido dela o q faria com ela se a possuísse nakele momento, disse q colocaria ela de pernas abertas em cima da mesa, arrancaria as roupas dela, chuparia a bucetinha dela e meteria os dedos com muita força até ela gozar gostoso neles.



Ela começou a sorrir pra mim, com uma cara de safada, dizendo: “Isso, fica me atiçando… vc sabe muito bem do q sou capaz de fazer…”. Eu fiquei meio q sem entender, mas levei na brincadeira.



Bom, passadas as aulas, chegou a hora do intervalo, e eu já tinha até esquecido dakilo. No entanto, qdo estava conversando com uma de minhas amigas, ela chegou e me agarrou pelo braço, e foi me puxando. Eu a questionei e ela disse q precisava falar comigo. Ela foi me levando pro banheiro feminino, eu continuei a perguntar o q estava acontecendo. Ela me jogou pra dentro de uma das divisórias q separam os sanitários e trancou a porta. Sem dizer uma palavra sequer, ela me encostou na parede e começou a me beijar, socando a língua na minha boca, me lambuzando toda. Eu disse, em tom baixo: “Vc ta doida? Sabe muito bem q aki naum podemos, já conversamos sobre isso, podem nos descobrir.” Ela sorriu e disse: “Vc deveria ter pensado duas vezes antes de ter falado akilo tudo pra mim. Vc me conhece, sabe q se me excitar, vai ter q me satisfazer”. Sem mais nada a dizer ela continuou me agarrando, enfiando a mão por dentro da calca do uniforme e apertando minha bunda. Eu a empurrava, tentando afasta-la, mas a safada tirava forças naum sei de onde, ela qdo fazia sexo ficava muito doida. E de tanto me agarrar, me esfregar, eu acabei entrando na dela, e a abracei. Ela vendo q eu naum mais resistiria, começou a arrancar minhas roupas afobadamente, ela bufava, estava muito louca. Logo ela abraçou meu corpo nú e foi me chupando toda. Eu contia meus gemidos, era muito difícil faze-lo, mas naum tinha outra forma. Ela começou a chupar minha virilha, e senti minhas pernas bambearem, e o suco descia cada vez mais abundante pra minha calcinha. Ela viu minha calcinha se ensopando e começou a cheirar, ela se levantou rapidamente se abraçando comigo e metendo a mão na minha calcinha, abrindo os lábios dela e socando os dedos pra dentro, dizendo: “Minha putinha, eu amo o cheiro dessa sua buceta excitada, vc me enlouquece, vc é um tesão, uma delícia, vou te foder até vc desabar” Eu contia meus gemidos, mas ela me provocava cada vez mais, eu peguei minha blusa e comecei a morder pra naum urrar, tentando me conter, e ela socando os dedos maravilhosamente em mim, sentia os dedos dela entrando e saindo violentamente, espalhando meu suco pela minha virilha. Eu naum agüentei e gozei nos dedos dela, ela enfiou os dedos na minha boca e eu pude saborear, chupei tudinho e ela disse: “Olha, q gata, vc fica linda chupando meus dedos com essa cara de safada, eu to me molhando toda por sua causa”. Eu sorri pra ela e comecei a arrancar as roupas dela, tb de forma afobada, ela sorria pra mim, um sorriso maravilhoso. Eu agarrei ela pelas coxas e comecei a morder a xana dela por cima da calcinha, ela começou a chupar os dedos da mão com a qual ela me fodeu e com a outra brincava com os seios. Eu puxei a calcinha dela pro lado e comecei a chupa-la, e ela mordia os dedos, urrando, tentando se conter. Eu chupava, enviava a língua, esfregava o grelhinho, mordia, socava os dedos, abria bem a bucetinha dela e enfiava minha cara nela, ela se contorcia toda, procurando onde se agarrar, acabou agarrando minha cabeça e enfiando e esfregando na buceta melada dela. Ela se lambia toda. Aí eu decidi provoca-la de verdade, e disse: “Pega sua blusa e morde, pq agora vc vai berrar.” Ela me olhou e sem questionar pegou a blusa dela e mordeu, eu a virei pra parede. Eu sabia o qto ela gostava q eu enfiasse no cuzinho dela, ela gozava feito doida, ficava piradona. Eu comecei a lamber o reguinho dela, e ela começou a gemer, esfregando a cara na parede. Fui lambendo até ver q ele estava começando a afrouxar, e comecei e enfiar o dedo nele, bem devagarinho, pra ela sentir tudo. Ela gemia dizendo: “Assim naum vale, naum vou agüentar”. Depois de meter o dedo, comecei a lamber o reguinho junto, enfiando bem devagar. Logo fui acelerando e os gemidos viravam urros, e comecei a meter um dedo na buceta dela tb. Ela gemia, apertava a bunda, enpurrava minha cabeça contra o rego dela e dizia: “Me fode, me fode, me fode…. só vc sabe me foder, Mi!!! Eu te amo, eu te amo, minha safada, sem vergonha, vc é garota mais gostosa q tem, só tenho tesão por vcccc…. aaaaaaaahhhhhhhhhhhhhh!!!!” Ela gozou gostoso e começou a estremecer e abaixar no chão. Eu chupei os dedos e deixei um pouco pra ela tb. Ela foi se levantando aos poucos, e disse: “Entaum quer dizer q vc gosta do meu cuzinho? Agora eu vou esfolar o seu…” Eu rapidamente me encostei na parede e deixei a bunda pra ela. Ela começou a lamber o rego, enfiar a língua, abrindo espaço devagarinho, e eu sentindo um tesão danado. Gemia, urrava, apertava meus peitos. Ela logo se empolgou e meteu o dedo pra valer, ela era mais violenta, mais afobada, mas eu adorava isso nela, ela fodia muito gostoso. Ela foi metendo com força em mim, fazendo o mesmo q eu fiz, metendo um dedo na xana tb. Eu naum resisti muito e desabei de joelhos no chão, sorte q o chão do banheiro tava limpo. Nos levantamos e trocamos um beijo maravilhoso. Nesse momento, o sinal bateu, nosso intervalo de 30 minutos tinha acabado, e conseguimos saciar nossa fome de sexo sem chamar a atenção de ninguém, pelo menos naum sei se alguém ouviu, pelo menos naum comentou. Mas se ouviu, acho q deve ter gostado.



Essa foi uma das únicas vezes q transamos na escola, no máximo trocávamos uns beijos, amassos e até umas chupadas nos seios, mas ficava só nisso.



seduzi minha amiga de infancia

Não é fácil ser filha única de pais super-protetores, conservadores e altamente caretas.

Acabei passando pela adolescência sem experiências normais de uma garota, como beijar, dar uns amassos, curtir umas acoxadas….

Meus pais nunca saiam do meu pé e eu só podia ter amizade com meninas, se algum garoto se aproximasse ou demonstrasse interesse eu acabava apanhando, então não entrava em conflito, aceitava por bem minhas amigas, mas o que meus pais não sabiam era que o que eles tinham medo que eu fizesse com um garoto, eu fazia com as meninas. 

E é exatamente uma dessas travessuras que vou contar pra vc.

Eu devia ter uns dezessete anos e meio. Não era a minha primeira experiência com garotas já que minha amiga Vivi me ensinou algumas coisinhas, e eu acabei gostando.

Num fim de semana estava combinado de eu ir passar a noite na casa da Prih, uma amiga de infância que eu não via a muito tempo e que tinha se mudado de volta pra minha cidade. Como ela tinha irmãos e meu pai cismou que era perigoso, acabou me convencendo de trazer a Prih pra nossa casa e matar as saudades aqui mesmo.

Até então eu só tinha conversado com ela por telefone, mas quando finalmente ela chegou na porta de casa vestida de sainha quadriculada, uma camiseta colada branca e suspensório, eu quase tive um troço. Ela parecia aquelas ninfetas colegiais. Sem cerimônia ela pulou no meu pescoço e me abraçou saudosa me apertando em seu corpo me fazendo sentir cada curva de sua cinturinha e a firmeza de seus seios pressionando os meus. As coxas dela também sem querer roçaram as minhas e eu pude até sentir os pelinhos descoloridos das coxas dela me fazendo cócegas entre minhas coxas. 

Depois da calorosa entrada ela se dirigiu aos meus pais e vi quando meu pai engoliu seco. Com certeza ele achou ela tão gostosa quanto eu. Ela como uma garotinha inocente abraçou meu pai pelo pescoço o chamando de tio e deu pra eu ver a beirinha rechonchuda da bunda empinada dela. 

Naquela hora eu soube que ia ter que fazer de tudo para dar uns garros nela e passar minha mão naquele bumbum arrebitado.

Mas como?- eu pensei- e se ela não gostar vai ficar com raiva de mim e ainda contar pros meus pais, daí eles não vão mais deixar nem a Vivi dormir aqui em casa.

Com esse pensamento resolvi então me controlar e me comportar. O que ia ser difícil já que tinha dias que eu não batia uma siriricazinha sequer. Naqueles dias eu andava meio desanimada por causa das provas na escola, então só estudava e nada de me divertir. Nem Vivi andava por aqui aqueles dias.

Quando levei Prih para meu quarto, ela deixou a mochila sobre minha poltrona de ursinhos e se sentou com as pernas cruzadas sobre meu colchão sem se importar se a calcinha de renda branca tava deixando sua xaninha quase exposta. Percebi que ela estava depilada e nem um fio de pelo havia ali. Foi quando me deu água na boca. 

- Vem cá – ela bateu a mão sobre o colchão para que eu me juntasse a ela – me conta o que vc anda fazendo?

Eu me sentei de frente a Prih já com a garganta seca.

- Nada só estudando, e vc?! – perguntei curiosa, Prih quando saiu daqui era tão tímida e sem graça, usava óculos e não tinha peito nem corpo formado e voltou tão linda, gostosa, tão… ai ai…

- Ah… nada de mais. E namorado? Vc tem? – ela quis saber.

- Com a marcação cerrada dos meus pais? Fala serio!!! – eu tentava conversar, mas meus olhos vira e mexe olhavam para entre as pernas dela que estavam abertas e muito a vontade na minha frente. Seus seios também estavam se destacando na camiseta. Levemente arrepiados dava pra ver os biquinhos sobressaindo o pano. Aquilo tava me perturbando.

Resolvi então tirar os olhos do corpo e acabei observando os lábios dela enquanto ela me contava as novidades que tenho que admitir, não ouvi quase nada. Tava hipnotizada pela cor rosada daqueles lábios um pouco úmidos, porque enquanto ela falava, entre alguns intervalos ela alisava o lábio inferior com a língua.

Lá pras tantas resolvemos assistir um filme. Apagamos as luzes, ela colocou um babydoll curtinho de seda com desenhos de balinhas, eu fiquei de camiseta e calcinha e nos embrulhamos debaixo do meu edredom.

O filme era um desenho-comedia, nada a ver com algo excitante, mas só o fato da Prih estar do meu lado com sua perna roçando na minha e seu calor e seu cheiro de perfume doce sob meu cobertor, trazia para mim uma energia nova. Era como se um campo magnético tivesse me envolvido na presença dela. E eu não conseguia me livrar. 

Depois da tortura do filme, apagamos as luzes e fomos dormir. Me virei de costas pra ela e ela se deitou de bumbum pra cima. Depois de um longo tempo em silencio, pude ouvir ela ressonar baixinho num sono que parecia pesado.

Me virei para Prih, e sem me conter, esperando que ela não sentisse, coloquei minha mão bem de leve sobre o quadril dela. Como ela não se moveu, eu comecei a alisar de levinho a bundinha dela sentindo a pele macia e aveludada por seus pelos loirinhos e fininhos e quase fui a loucura. Desci mais a mão e passei pelo reguinho até sentir a calcinha enfiada. Eu tinha que fazer alguma coisa se não ia enlouquecer, então puxei minha calcinha com a outra mão e levei um dedo ate meu grelhinho e comecei a massagear devagar para não fazer muito movimento e acorda-la. 

Só que o tesão foi aumentando e eu fui perdendo a noção do peso da minha mão na bunda dela, e acabei forçando mais do que devia meu dedo no rego da Prih e desci mais até a xana, foi que percebi que tava molhada e ela não tava dormindo. Ela fingiu se mexer como se estivesse dormindo ainda, mas a xaninha dela ensopada denunciou tudo. Tambm fingi que ainda pensava que ela estava dormindo e agora mais confiante passei a explorar o bumbum e a xaninha da Prih. Ela se moveu abrindo discretamente as pernas pra que eu conseguisse acariciar com mais jeito ir mais fundo, então me aproximei dela agora sabendo que ela tava gostando e passei a beijar e a mordiscar a nuca da Prih.

Minha mão ainda deslizava entre suas pernas e ela naquele momento já não se continha tanto, já soltava alguns gemidos baixinhos e sua respiração estava mais ofegante. Foi quando delicadamente virei a Prih pra ficar de frente comigo e encostei meus lábios em sua boca quente. Ela não resistiu. Não abriu os olhos mas não me impediu de beija-la. Pude até sentir o forma tímida que ela me deixava entrar com a língua em sua boca. Aproveitei o beijo e passei a acariciar seus seios. Enfiei minha mão por baixo de seu babydoll e encontrei os biquinhos assanhados e durinhos de tanto tesão. Fiz com ela o que eu gostava que a Vivi fazia em mim, apertei de leve os biquinhos em movimento giratório e ouvi quando um suspiro escapou de sua garganta. Daí eu dominei. Deixei meu corpo deslizar para cima do dela e comecei a a beija-la da boca aos seios e ergui sua camisola e suguei com vontade aqueles mamilos durinhos. Passeei com minha boca minha língua pelos dois seios grandes e firmes e desci lambendo sua barriga até chegar na calcinha branca de renda. Mesmo sem tirar a calcinha dela cai de língua sobre o grelhinho ajudando a molhar ainda mais com minha saliva a calcinha que já estava enxarcada e quando ela num gesto involuntário segurou meus cabelos com força, eu puxei a calcinha dela até os pés tirando e depois vindo subindo pelas suas coxas torneadas de pele branquinha beijando cada pedacinho dela. Nessa hora minha xaninha já estava piscando desesperada de tanto tesão. Arranquei minha calcinha também e massageei o grelhinho para ele sentir que eu não tinha esquecido dele, mas naquela hora a xana da Prih estava me chamando e eu abri mais as pernas dela e me aproximei ofegante do grelhinho rijo e melecadinho dela. Passei com meu nariz por ele sentindo o cheiro de fêmea da Prih, e o corpo Dela tremeu debaixo do meu, então percebi que ela estava perto de gozar e não quis perder tempo. Cai de boca numa chupada deliciosa sentindo aquela xana lisinha sem pelos e inchada de tesão e abri delicadamente suas beirinhas deixando o grelhinho e a entrada da bucetinha livre para eu explorar com a língua e foi o que fiz, passei a língua em cada pedaço daquela buceta gostosa e sem que eu tocasse na minha senti ela vibrando. Como eu estava com as mãos ocupadas, me posicionei entre uma das coxas da Prih e passei a esfregar meu grelhinho contra ela e abocanhei o grelhinho da Prih gulosamente. Enquanto eu chupava passava a língua freneticamente e vi quando ela pegou o travesseiro e tapou a boca para abafar um grito de prazer. Daí não agüentei, gozei esfregando minha xana na coxa dela enquanto ela gozava delirantemente na minha boca até quase perder o juízo. Eu também pra abafar o prazer mergulhei mais na xana dela fazendo com que minha língua entrasse toda na raxinha apertada e virgem da minha amiga. Como a língua não é dura o suficiente para romper um himem, ela continuou virgem, e eu maravilhada com o sabor do gozo da minha amiga Prih. Depois subi e dei um beijo longo em sua boca com a minha ainda molhada do gozo dela e ela correspondeu com desejo. Acabamos nos enrolando uma na outra debaixo do edredom e dormimos finalmente um sono tranqüilo. 

É lógico que depois desse dia nós duas vivemos mais momentos gostosos como esse e sem ela fingir estar dormindo. Acabamos ficando juntas por muito tempo, sem que meus pais ( que não sabiam o que acontecia naquele quarto) se importassem dela vir dormir quase todos os fins de semana comigo, e daí vc já sabe né? 



Minha primeira transa


Hoje vou contar como foi minha primeira transa de verdade e, vejam só, nem foi com um homem. Minha primeira vez foi com uma mulher! Acho que já comecei minha vida sexual de maneira nada convencional, rsrsrs!
Vamos aos fatos! Eu tinha 16 anos, ainda era virgem e morava com meus pais. No mesmo prédio, tinha uma vizinha, 10 anos mais velha do que eu, a Carla. Ela sempre foi muito simpática com todos os vizinhos, inclusive comigo. Quando ele teve seu primeiro filho, sempre que podia eu ajudava ela em casa com os afazeres domésticos, pois seu marido viajava muito a trabalho e, com frequência, ela ficava sozinha, sem ninguém pra ajudar. Então, sempre que eu tinha um tempinho livre, oferecia ajuda, pois gostava da sua companhia e adorava crianças, então era oportunidade de poder cuidar do bebê dela também.
Em certa ocasião, seu marido estava viajando a trabalho e ia ficar fora um mês. Eu já estava de férias do colégio e passei no apartamento dela me oferecendo para ajudá-la no que precisasse. Ela me agradeceu muito, pois sua mãe, que também costumava ajudá-la, tinha viajado para visitar seu irmão que morava em outro estado e ela estava tendo que se virar sozinha. Isso foi no final do dia de uma quinta-feira e ela me perguntou se eu podia ajudá-la no dia seguinte com os afazeres da casa. Disse que sem problema e que no dia seguinte estaria lá de manhã para ajudá-la.
No dia seguinte, sexta-feira, cheguei logo cedo e ajudei-a em tudo que precisava. Enquanto eu arrumava a casa, ela cuidava da roupa. Perto da hora do almoço ela me disse pra ficar para podermos almoçar juntas. Fizemos um prato congelado e, enquanto comíamos, conversamos sobre diversos assuntos. Ela me perguntou se eu tinha namorado e eu disse que não, mas que de vez em quando paquerava alguns garotos. Ela disse que os rapazes deveriam brigar por mim pois eu era muito bonita e agradável. Ri e disse que ainda não tinha ninguém brigando por mim e agradeci o elogio. Retribui o elogio e disse que ela também devia ter muito homem no pé dela. Ela riu e disse que recebia muitas cantadas mesmo. Aí eu disse que se ela fosse solteira ia fazer a festa. E ela respondeu: mas mulher casada também pode! Eu fiquei um pouco sem graça e ela percebeu. E me disse que o casamento não era uma prisão, pelo menos pra ela, e que se aparecia uma oportunidade com alguém que valesse a pena, ela aproveitava.
Depois do almoço, continuamos os trabalhos e, no meio da tarde, tudo já estava em ordem. O dia estava bem quente e nós duas estávamos bastante suadas. Falei com ela que ia pra casa tomar um banho e depois voltava pra ver se ela precisava de mais ajuda. Ela disse pra eu tomar banho na casa dela e que eu poderia vestir uma roupa sua. Disse que tinha alugado alguns filmes e que poderíamos assistir juntas para gastar o resto da tarde. Não sei bem porque, acabei aceitando o convite. Alguma coisa nela me cativava. Ela era uma mulher muito bonita, de cabelos levemente ondulados, castanho claros, olhos claros, pele levemente morena, seios grandes (talvez pelo fato de estar amamentando) e bunda redonda, parecida com a minha. Um mulherão de fazer inveja a qualquer uma.
Ela disse para eu ir primeiro e eu entrei no banheiro. Quando estava me molhando, ela também entrou e disse que havia esquecido de me dar a toalha. Disse que estava sentindo muito calor e perguntou se podia dividir o chuveiro comigo para se molhar um pouco. Um pouco sem jeito, disse que sim. Quando ela estava se molhando, vi que tinha leite escorrendo de seu seio. Ela viu que eu tinha percebido e disse que seu seio produzia muito leite, mais do que seu filho era capaz de mamar. Para puxar assunto, perguntei pra ela se o sabor dele era parecido com o leite comum. Então ela me surpreendeu: quer provar? Naquele momento eu tive certeza de que a oferta dela tinha segundas intenções. Mas a presença dela, nua na minha frente, com aquele corpo maravilhoso, tinha me deixado excitada! Eu nunca tinha transado antes. Já tinha beijado uma amiga, mas só com a intenção de treinar beijo. E, com minhas paqueras, eu só tinha pegado no pênis de dois rapazes e deixado um passar a mão na minha buceta, por cima da calcinha. Demorei alguns segundos pra responder, mas disse que gostaria, se não fosse ter problema para o bebê.
Como resposta, ela desligou o chuveiro, tirou o excesso de água e segurou a mama por baixo, me oferecendo o seio para mamar. Coloquei a boca e tentei mamar, mas sem saber se estava fazendo direito. Ela falou para mamar com mais força, usando a língua como alavanca para puxar o leite. Não saiu nada. Ela falou: deixa eu tentar te mostrar e, sem me dar tempo de reagir, colocou a boca no meu seio e começou a sugá-lo e apertá-lo por baixo. Fui pega tão de surpresa que não reagi. Além disso, já estava bastante excitada e ela percebeu pela dureza dos bicos dos meus seios. Depois de chupar meu peito por quase um minuto (onde segurei muito para não gozar), ela me ofereceu de novo o peito dela. Tremendo de excitação, comecei a fazer como ela tinha feito comigo e, finalmente, comecei a sentir um gosto docinho na minha boca. O leite finalmente tinha começado a sair. Era quente e levemente doce. Tirei minha boca do seu seio e comentei com ela que o gosto era bom. Ela já não escondia o tesão e mordia seu lábio. Depois de chupar mais um pouco, tirei minha boca de seu seio. Mas ela disse pra eu chupar o outro, pra não dar diferença. Eu já estava excitada e o tremor do meu corpo não conseguia esconder isso. Enquanto eu chupava o outro peito e tirava o leite dele, ela começou a gemer e dizer que estava muito gostoso, que a sensação era muito boa. Tirei o seio dela da boca só pra dizer que também estava gostando. Essa foi a senha para a liberação total de nossos instintos. Quando comecei a chupar de novo seu seio, ela levou a mão aos meus seios e começou a acariciá-los com suavidade e carinho. Nessa hora, parei de tentar me controlar e também me soltei. Levei minha mão à minha buceta e comecei a me masturbar. Nessa hora, ela também começou a se masturbar. Depois de alguns segundos, ela tirou minha boca de seu seio e a levou até sua boca, onde nos encontramos em um beijo excitante, molhado e intenso.
Durante vários minutos ficamos ali abraçadas, roçando nossos seios, nos beijando cheias de excitação. Depois de um tempo saímos do banheiro e fomos para o quarto dela, onde nos deitamos na cama e continuamos a nos beijar e nos acariciar. Carla não parava de me beijar e me acariciar. Sua mão brincava com meus seios, passeava em minha bunda e agora explorava minha buceta. Falei com ela que eu era virgem e ela disse pra eu não me preocupar, que ela ia me tratar com muito carinho. Às vezes, quando começava a escorrer leite de suas mamas, ela pedia que eu as chupasse de novo e eu obedecia. Mamei muito naqueles seios e até fiquei preocupada de não sobrar para o bebê, mas não conseguia parar. O gosto era bom e a forma de seus seios era perfeita. Depois de algum tempo, ela me fez ficar deitada na cama, com as pernas abertas e começou a beijar minha virilha, chegando até minha buceta. Sua língua em minha xana me deixou louca e eu apertava meus seios de excitação. Também empurrava a cabeça dela contra minha virilha, pedia para ela morder meus lábios. Pela primeira vez na vida, gozei! Gozei de tremer toda e, depois que relaxei, fiquei parada apenas olhando pro teto e sentindo um prazer que parecia não acabar. Depois ela me fez gozar mais uma vez com suas lambidas e voltou a me beijar. Depois pediu que eu ficasse de boca aberta e começou a se ordenhar, apertando seus mamilos e fazendo o leite esguichar dentro de minha garganta. Disse pra eu não engolir o leite e, depois que já tinha uma boa quantidade na minha boca, me beijou, bebendo do seu próprio leite. Disse que adorava o gosto de leite materno e que já tinha experimentado de outras mulheres antes. Também me contou que ela e o marido eram liberais em relação a sexo e gostavam de experimentar formas não-convencionais de sexo, como sexo grupal, bissexualismo etc.
Depois de algum tempo de conversa ela me disse para fazermos algo que desse prazer às duas ao mesmo tempo: vamos fazer um 69! Ela ficou por baixo e pediu que eu viesse por cima. Meio sem jeito e sem saber o que fazer, ela foi me orientando, dizendo onde chupar, para morder em determinada hora, fazer como ela estava fazendo em mim. Em pouco tempo eu já estava mais adaptada à situação. Aliás, acho que pro sexo a gente já nasce programada, rsrsrs! Eu já tinha gozado várias vezes mas o melhor ainda estava por vir. Num certo momento, ela começou a lamber meu cuzinho. Quando senti a língua dela passando no meu cu, me arrepiei toda e minha excitação se multiplicou. Naquele dia descobri o que eu realmente ia preferir em termos de sexo. Anal é a minha praia. Mesmo se eu não consegui levar rola no cu durante o sexo, não abro mão de ser chupada ali. Carla percebeu que eu tinha gostado e começou a enfiar a língua mais fundo. Depois de estar bem lubrificada, ela enfiou um dedo e depois dois, me deixando mais aberta. Não senti dor, pois ela foi muito carinhosa comigo, me relaxando e depois me abrindo. Quando estava com o cuzinho bem arreganhado, ela voltou a enfiar a língua, dessa vez um pouco mais fundo. Não aguentei, gozei de novo. Depois de gozar, fiquei meio trêmula e um pouco grogue. Tinha sido ainda melhor do que as outras gozadas que tive naquela tarde maravilhosa.
Quando comecei a me recuperar ela me pediu pra ficar deitada de barriga pra cima. Eu obedeci e ela veio sobre meu rosto, oferecendo sua buceta pra ser chupada. Eu chupei e ela começou a acariciar seu próprio cu. Percebi qual era a intenção e comecei a concentrar minhas chupadas ali, retribuindo o prazer que ela tinha me dado. Agora eu lambia seu cu e alternava com chupadas em sua buceta. Ela me disse que tava muito gostoso e que eu tinha aprendido rápido como se faz. Depois ela terminou de se deitar sobre meu corpo e começamos outro 69, agora com ela por cima. Ficamos assim durante uns 20 minutos, onde ambas gozamos muito. Depois ela me deu de novo seus seios pra mamar. Eles realmente produziam muito leite, pois já estavam cheios de novo. E eu mamei gostoso naquelas tetas cheias de leite. Aliás, esse prazer eu pude retribuir 10 anos mais tarde, quando me tornei mãe (numa outra vez eu conto como foi).
Já eram quase sete horas da noite quando disse a ela que era melhor voltar pra casa, pois meus pais já deviam estar chegando do trabalho. Ela me beijou com muito amor e paixão, um beijo de amantes e me agradeceu pela ajuda e pelo prazer que tinha proporcionado a ela. Também me disse pra eu voltar quando quisesse. Eu prometi que voltaria todo dia se tivesse oportunidade.
Voltei pra casa leve e com uma sensação engraçada, como se estivesse apaixonada por Carla. Tinha sido minha primeira transa e de maneira tão incomum: uma relação lésbica. Mas isso foi só o começo de nossa amizade. Dali em diante muitas coisas aconteceram. Passamos o resto do mês, até seu marido voltar, transando à tarde durante a semana, quando meus pais estavam no trabalho e eu ficava sozinha em casa. Saía cedo, ajudava ela em suas tarefas domésticas e depois fazíamos amor durante toda a tarde, e ela sempre me amamentava com seu excesso de leite. Quando seu marido voltou do trabalho, uma outra história começou..



Para esquecer um cara, nada melhor que uma garota

Meu nome é Fernanda, tenho 26 anos, loira, cabelo comprido e liso, 1,67m de altura, magra, seios e bumbum médios.

Esse conto aconteceu a alguns meses atraz, eu tinha acabado de terminar um relacionamento, e estava bem deprimida em casa. Era sábado de tarde, eu havia quase que acabado de acordar, quando Bianca, uma grande amiga minha passou em casa.

- Oi Fe, como vc esta? ? Ela perguntou

- Ah to indo né Bi…

- Sabe oq vc precisa amiga?! Sair um pouco. Distrair a mente. Vamos pra balada hj, garanto que vc bebendo um pouco e se acabando de dançar isso vai passar! Quem sabe até pinta um gatinho pra vc esquecer daquele seu ex babaca, e ai topa?! ? Ela disse animada

Eu não estava muito afim de sair, alias não estava afim de fazer nada, mas ela insistiu tanto que eu acabei cedendo, e quer saber, acho que ela tinha razão, ficar em casa chorando não ia me levar a nada! Então combinamos que ela passaria em casa pra me buscar e iríamos…

Me produzi toda, coloquei o vestido mais sexy que eu tinha no armário, sandália de salto e me maquiei, queria estar vestida pra matar.

No horário combinado Bianca passou em casa pra me buscar, nos cumprimentamos e eu entrei no carro, como de costume, passamos em um barzinho, como aquecimento antes de irmos para a balada, e Bianca me disse que havia marcado com umas amigas nesse bar tb.

Chegamos e sentamos, pedimos umas cervejas e ficamos conversando, eu já estava me animando(vulgo ficando bêbada), até que as amigas dela chegaram, uma negra muito bonita chamada Paula, e uma morena do cabelo cacheado chamada Gabriela. Bianca nos apresentou e ficamos papeando, quando o assunto entrou em relacionamentos

Bianca fez questão de comentar que eu havia tomado um chifre do meu ex e que estava na fossa em casa, mas que ela foi la me resgatar, e derrepente, todo mundo estava dando opinião sobre minha vida amorosa. Paula namorava, e disse que seu namorado teve que viajar a negócios, mas que nenhum homem prestava, então ele provavelmente iria trai-la tb, mas que ela não ligava pois se pintasse algum cara pra ela, ela pegaria também, e que chifre trocado não dói, Bianca, solteira convicta, dizia que por isso não namorava, pq homem não presta mesmo! Mas eu reparei que Gabriela era a única que parecia não entrar na conversa, e fui toda tonta perguntar

- E vc Gabi, oq acha dos homens?

- Não acho nada ué, eu não gosto ? ela respondeu com um sorrisinho

- Como assim? ? Talvez pela cerveja, ou pq sou meio lerdinha mesmo, não tinha entendido oq ela queria dizer

- Ela é lesbica sua tonta! ? Disse Bianca rindo da minha cara

- Sério? Desde quando? ? Perguntei curiosa, mas já com intenção de mudar o foco da conversa, pq não aguentava mais falar sobre meu fracassado relacionamento

- Ah desde sempre acho. E se vc quer ser feliz, devia tentar uma garota, homens realmente não prestam ? Ela respondeu brincando

- É a Fernanda beijava meninas na escola. ? Disse Bianca mais uma vez rindo da minha cara

- Bi cala a boca! ? Eu fiquei vermelha de vergonha e todos na mesa riram de mim

Decidimos partir para a balada, já que já estávamos meio altas. 

Estava realmente lotado la, entramos, pegamos mais umas cervejas e fomos dançar

Como de costume vários carinhas foram chegando, Bianca e Paula rapidamente se arrumaram. Sobrou eu e Gabi na pista, alguns caras bem interessantes chegaram em mim tb, mas eu não queria deixar a garota sozinha, e não estava muito afim de pegar ninguém também.

Conforme a bebida entrava, mais sensual dançávamos, eu comecei a sentir que Gabriela estava me seduzindo, e gostei daquilo, resolvi dar corda, e me sentia bem sendo desejada por aquela morena. Gabriela era um pouco mais baixa que eu, tinha seios grandes e bumbum tb grande, coxas lindas, olhos castanhos e boca carnuda, que compunham um rosto de dar inveja a qualquer super modelo por ai. Embora pouco(bem pouco) acima do peso, era uma linda mulher. E eu adorava ainda mais os homens babando por nós duas.

As horas passaram e Bianca veio avisar que iria embora com o carinha que havia pegado, e que iria dar uma carona pra Paula tb, com seu respectivo carinho, e perguntou se eu queria uma carona pra casa, eu disse que não, ainda estava cedo e hj eu iria fechar a balada, e que pegava uma carona com Gabriela depois, ela se despediu

- Aproveita essa carona viu! Tchau ? disse com cara de safada

- A única que vai aproveitar algo hj é vc. ? Respondi apontando pro carinha

Eu e Gabi dançamos mais um pouco e já cansadas resolvemos nos sentar um pouco, voltamos a conversar sobre coisas não importantes, até que ela me disse

- Vc dança muito bem, os caras ficaram doidos por vc

- Por nos duas né ? respondi

- É ta certo, mas de nós duas a única que eles podem ter é vc

- Não hj não, fechada pra balanço hj. Nenhum cara vai conseguir nada comigo hj ? eu respondi

- E uma garota? Pode conseguir ? ela disse se aproximando, e seu senti que ela iria me beijar, e correspondi, mas no ultimo segundo hesitei e virei o rosto.

- Desculpa, eu acho que não tenho coragem. Quer dizer vc é linda mas… ? Tentei me explicar

- Hey, relaxa. Vc quer? ? Ela perguntou

- Quero mas eu não tenho coragem. ? respondi

- E tem medo de que? Vc não beijava meninas na escola? ? Ela disse brincando

- Sim mas, faz muito tempo, era só de zueira e tal. ? tentei me explicar euforica

- Então, relaxa, ninguém aki conhece a gente, quem conhecia já foi embora, e alem disso, eu não mordo, a não ser que me peçam… ? Ela foi se aproximando de mim novamente, mas dessa vez tomei coragem e deixei ela me beijar. Meus lábios tocaram lentamente naquela boca carnuda e molhada, e lentamente nossas bocas foram se abrindo e nossas línguas se encontrando num beijo quente, ela puxou meu corpo pela cintura até eu quase sentar no colo dela, e passava a mão pelas minhas costas de uma forma firme mas carinhosa, segurando meu rosto. Ela, uma garota, tinha a pegada perfeita que homem nenhum jamais tinha tido comigo. Firme e decidida, mas ao mesmo tempo sensual e carinhosa.

Ficamos nos beijando por um bom tempo, e eu já estava gostando muito daquilo, já estava excitada, mas Gabi, talvez sabendo que como era minha primeira vez serio com uma garota, não tentou nada a mais alem dos beijos e amassos.

Já quase de manha, resolvemos ir embora, entramos no carro e ela me levou até em casa como prometido, conversávamos rindo bastante, eu realmente estava me divertindo muito com ela, muito mais do que com a maioria dos caras que já sai. Paramos em frente do meu prédio.

- Bom, é isso, a gente se vê então?! ? Ela disse meio triste

- Ok mas, pq vc esta triste? Não se divertiu? ? Perguntei

- Sim, por isso mesmo, me diverti muito, como a muito tempo não me divirto, mas a noite acabou né… ? ela se explicou

Me aproximei dela e novamente nos beijamos loucamente, cada beijo daquela mulher me deixava com as pernas bambas, estava excitadissima, já com a calcinha encharcada, e pensei comigo mesmo ?não vou deixar isso passar! Não vou ter medo só pq é algo diferente! Não vou ficar encanada pensando, meu deus eu sou lesbica?! Vou só curtir o momento?

- Quer saber, não precisa acabar

- Tem certeza? Primeira vez que vc beija uma garota desde os tempos da escola e partir pra mais um passo, achei que seria muita informação pra uma única noite ? Gabi

- É, normalmente seria. Mas hey relaxa, vc quer? ? repedi a pergunta que ela havia feito na balada rindo

Ela me beijou mais uma vez, dessa vez desceu a boca pelo meu queixo até meu pescoço e meus ombros

- É claro que eu quero! ? ela respondeu

- Então vamos. ? peguei ela pela mão assim que saímos do carro e a puxei para dentro do prédio

Já nos beijávamos dentro do elevador, minhas costas contra a parede e ela pressionado seu corpo contra o meu, sua mão passeando pelo meu corpo, pelas minhas costas, sua boca pelo meu pescoço. O elevador chegou no meu andar e eu puxei ela pra fora até minha porta, enquanto eu tentava achar a chave dentro da minha bolsa e ela atraz de mim beijava meu pescoço e passava a mão pelos meus seios, enquanto eu sentia seus seios roçando nas minhas costas. Abri a porta e entramos rapidamente, já nos beijávamos loucamente, suadas devido a excitação e a dança na balada, alias, parecia que mais uma vez dançávamos, mas agora nossas bocas se encontravam, nossas mãos passeavam uma pelo corpo da outra. Ela me apertava, me lambia, me acariciava e ei tentava retribuir. Já estava muito excitada, com a calcinha encharcada, quanto tirou meu vestido e vê jogou no sofá, beijou minha boca e foi descendo pelo queixo, pescoço, até meus seios que ela chupava e dava mordidas de leve me levando a loucura, e depois passava a língua de leve pra novamente voltar a chupa-los, eu já passava meus dedos pela minha bucetinha encharcada dentro da calcinha, enquanto ela chupava meus seios, já estava totalmente entregue ao tesao, quando ela percebendo isso, falou ao meu ouvido

- Deixa que eu faço isso pra vc!

Aproximou sua mão da minha bucetinha molhada e passava os dedos pelo meu clitóris me fazendo contorcer de tesão, quando ela foi descendo pela minha barriga segurou minha calcinha pelos cantos e foi puxando ela até ser completamente retirada. Até hj me lembro da expressão em seu rosto quando ela tirou minha calcinha, parecia o rosto de de alguém que acabou de desembrulhar o presente que mais queria em toda a vida, sua boca abriu num lindo sorriso e ela rapidamente se aproximou da minha bucetinha depilada lambendo meu clitóris e chupando. Era a segunda surpresa, alem de ter a melhor pegada que eu já havia sentido, o oral era o melhor de toda a minha vida. Gozei duas vezes enquanto ela lambia meu clitóris e enfiava a língua dentro da minha bucetinha molhada, as vezes também enfiava o dedo fundo e me fazendo delirar de tesão e gozar em meio a gemidos e pedidos de ?não para? e ?que delicia?, ?isso?.

Depois de me fazer gozar 2 vezes ela se aproximou de mim e me deu um longo beijo me fazendo sentir um pouco do meu próprio gosto em sua boca.

- Gostou? ? ela perguntou

- Adorei! Demais! Mas eu preciso retribuir né?! ? Disse me virando e agora deixando ela por baixo

- Se for demais pra vc não precisa ? Ela disse enquanto era colocada em baixo de mim

- Não. Eu quero, vc só vai precisar ter um pouco de paciência comigo, pq eu nunca fiz isso

- Ok minha loirinha, eu te ensino ? ela disse rindo

Tirei sua blusa e sutien, e vi aqueles seios fartos saltarem para fora, beijei sua boca fazendo nossos seios se tocarem e como ela havia feito antes, fui descendo pelo seu pescoço até chegar em seus seios que passei a chupar e lamber, ela parecia gostar muito pq se contorcia de prazer muitas vezes apertava minha cabeça contra seus seios como quem diz que quer mais e mais forte, oq eu prontamente obedecia, chupando mais forte e fazendo ela gemer e quase gritar. Enquanto chupava seus seios fui abrindo sua calça e passando a mão em sua bucetinha por cima da calcinha e sentindo que ela também estava muito molhada

- Hum aprendeu bem minha loirinha safada, e eu nem precisei falar nada, agora vou te ensinar a chupar uma bucetinha, e vc vai me fazer gozar não vai?! ? Ela disse com cara de safada. Aquela mulher me chamando de loirinha safada me deixou ainda com mais tesão. Eu tirei sua calça e calcinha e me aproximei daquela bucetinha linda e molhada, sem pelos, assim como a minha, passei a língua lentamente e senti seu gosto, em seguida comecei a passar a língua com mais vontade em seu clitóris e passar os dedos tb

- Ai que delicia minha loirinha! Isso, isso!

Ela gemia enquanto eu chupava aquela buceta deliciosa, e resolvi enfiar um dedo nela, assim como ela tinha feito comigo, enfiei fundo um dedo, e depois dois, que foram completamente envolvidos por aquela bucetinha quente e apertada, enquanto eu enfiava e tirava, passava a língua em seu clitóris e ela rebolava nos meus dedos e minha boca, até que seu corpo se contorceu e ela gozou na minha boca.

Nos beijamos novamente e eu me deitei ao seu lado

- E então? Como eu fui? ? Perguntei pra ela

- Demais! E vc oq achou de transar com uma garota ? Gabi me perguntou

- Não quero outra coisa na minha vida que não seja essa garota! ? Respondi sorrindo e lhe dei um beijo

Naquela noite ainda tomamos banho e dormimos juntas e começamos um relacionamento…



Minha Vizinha Gaucha

  Bom eu tenho 19 anos moro no Rio de Janeiro 

Sou morena tenho 1,68 de altura peso 59,7 kg

Sou solteira e moro com a minha mãe ela vive viajando então e como se eu mora se sozinha



nunca tive nenhum envolvimento com mulher mais sempre sinti um tesão e uma certa curiosidade. exatamente 8 meses atrás se mudo pra cá uma gaucha . sabe aquela beleza padrão delas loira cabelos longos seios fartos uma bunda linda fiquei até com inveja , rs 

ela muito simpatica e querendo fazer novas amizades logo se apresento . olá eu sou a Luisa e você quem é , respondi me chamo Bruna Moro aqui do seu lado caso precise é so chamar e dei um sorriso pra ela , e entrei pra casa com o passa do tempo ficamos amigas saiamos juntas baladas barzinhos enfim 

mais sempre achei estranho o fato dela nunca ficar com ngm um dia eu perguntei meio sem graça Luu poorque vc nunca fica com ngm deixo alguém em Porto alegre te esperando ela respondeu não é que eu não curto muito fica com homens mais eu fico de vez enquando eu olhei pra ela .. depois desse dia meus pensamentos sobre ela nunca mais foram os mesmo . rs 

um dia desses aqui falto luz e ela recem chegada e sozinha me ligo e disse Guria tu num podi vir aqui fica um pouco comigo até a luz volta e essa chuva passar eu disse to indo pra i cheguei com uma lanterna e coloquei encima dela ela com um vistidinho transparente fui subindo a lanterna bem devarga e olhando ela disse para guria colocando a lanterna em cima de min e riu ai eu tá parei ela disse pq tu num pego um guarda chuva e aqui do lado mais tu se molho todinha ai eu é pois é vou pegar uma roupa minha seca pra você , quer ai eu disse aceito sim troquei de roupa na frente dela e ela fico me olhando e fez a mesma coisa coloco a lanterna em cima de min ai ela nossa como aqui ta frio desde de quando cheguei ainda não tinha ficado assim aqui vem cá bem pertinho de min quero lhe mostra uma coisa olha meus seios como estão de frio passei a mão pelos mamilos dela bem devagarzinho ai ela ai num faz assim que me da até um tesão eu ri e disse isso não e bom ? 

ai ela depende e continuei ela támbem não tiro minha mão e disse fica me provocando só estamos nois duas aqui e deu um sorriso eu disse com uma cara sinica eu te provocando aaa eu não fario isso ela me olho é então deixa eu passar as mãos no seu pra vc vê como isso é uma provocação 

eu levantei a blusa e disse fique avontade .

ela passo as mão e fico apertando aquilo me deixo completamente louca ela me puxo bem pra perto me deu um beijo mordeu meu labio e desceu pro pescoço foi beijando me chupando e falo no meu ouvido viu como vc gosta de me provoca agora aguenta e chego nos meus seios começo a chupa los bem forte deu uma mordida de leve e começo a sugar 

me pergunto assim vc gosta ? 

eu nem tinha forças pra responder só susurava eu gosto 

ela falo deve ta toda molhadinha vc deixa eu ver foi descendo beijo minha barriga deu um beijo na minha buceta e falo assim quero ouvi vc pidi pra eu chupa ela todinha 

fiquei com um certa vergonha mais acabei pidindo falei Chupa ela todinha chupa minha lorinha gostosa ela arranco minha calçinha e coloco o dedo e começo a me masturba e falo assim e o cuzinho vc dá pra min eu disse tudo oque vc quiser ela tiro o dedo e começo a passar a lingua foi passando bem devagar depois pelo meu cuzinho eu fiquei louca de tesão começo a me sugar falando vc e uma safada deu um tapa em min eu disse me chupaa vai anda ai ela me chupando sugando com uma força gozei na boca dela , falo que delicia que vc é ai eu vc tambeém dei um beijo nela chupei os seios dela fartos coloquei a mão na buceta 

e ela estava toda molhadinha fui coloquei o dedo la dentro da buceta dela ela gemia

e falava ai que gostoso , eu tirei o dedo enfiei minha lingua passei a lingua por toda buceta dela toda molhada chupei aquele mel gostoso da buceta dela , derrepente a campainha toca ficamos assustadas rapidamente ela levanto e disse pra min assim estranho num conheço ngm quem sera , era outro vizinho nosso e a brincadeira continuo…



Professora de filosofia, minha tara

Sem muitas descrições, mas tenho pele branquinha e cabelo castanho escuro, corpo normal, seios e bunda grande. 

Já no primeiro dia de aula tive aula com ela, não sei como, mas tenho tara por professoras, principalmente por professoras de filosofia, e matemática.

Quando vi aquela professora entrar na sala de aula, meu coração disparou, havia prometido que não iria me envolver com mais nenhuma professora, mais foi quase impossível não reparar nela. Pele clara, cabelos pretos na altura dos ombros, sempre preso, meio machinho, mas feminina, e como é feminina. Prestava atenção em tudo que ela falava, ou quase tudo, pois ficava pensando em como seria ela comigo na cama. Resolvi adicionar ela nas redes sociais, e fazer alguns projetos dentro da Escola. Deu certo me aproximei dela. Olhava as fotos dela, e sentia raiva, por ver as fotos dela com a namorada postadas. Algumas meninas da minha sala sempre falavam mal dela, e eu a defendia. Comentava com meus amigos que amava ela, como professora, e que era a melhor de todos, pois o jeito que ela explicava tudo, se importava se estavam aprendendo ou não. Eu sempre me destacava nas aulas dela, fazia pesquisas antes, e várias perguntas. Mero interesse.

Certo dia, a chamei por uma das redes sociais se ela poderia me ensinar algumas coisas que eu não estava entendendo. Ela disse “sim, mas onde poderíamos nos encontrar?” eu respondi rapidamente “aqui em casa!” Ela aceitou. Passei o endereço, meus pais não estavam em casa, e como meu único irmão é casado, estava sozinha em casa. Logo ela chegou linda, de cabelo preso, uma calça justinha de cós baixo, e uma camiseta de banda. Mesmo com a idade dela, ela sabia ouvir músicas. Sorri enquanto olhava para ela e logo dei caminho para passar pela porta. Peguei uma garrafa de vodka e a servi, foi rápido, ela pegou os livros que havia trazido, e foi começar a explicar a matéria, não me mostrei preocupada em prestar atenção, fiquei apenas a olhando, estava com um short e uma camiseta, meu cabelo curto não precisava ficar preso, estava com óculos. Prestava atenção em como ela se expressava, sempre gesticulando, e inquieta, sentei ao seu lado, para ler junto com ela o livro, encostada nela, eu já estava começando a ficar inquieta também, ela percebeu. “está tudo bem?” disse mais alguma coisa que eu não entendi, me virei, e a beijei, docemente, ela correspondeu. Levantei sem parar de beijá-la passando a mão em seu corpo, caminhamos até o meu quarto, onde fechei a porta com o pé e a empurrei na cama, deixando minhas pernas envolta de sua cintura e um de meus braços apoiados ao lado de seu rosto, enquanto com a outra mão acariciava todo o corpo dela, ela me acariciava demonstrando que queria há tempos, o beijo não parava, mas por breves segundos me afastei, tirei a blusa dela, em seguida a minha. Voltei a beijar, com mais vontade, nossos corpos já começavam a cheirar a excitação, queríamos muito aquilo.

Suas mãos ágeis tiraram meu sutiã e logo me arranhava as costas, eu gemi de dor, de prazer, desci pelo corpo dela, beijando, chupei seus seios, ouvindo seus gemidos, brincava com a língua neles, chupava, mordia, passava a língua em volta dos mamilos, os gemidos dela me deixava cada vez mais molhada. Desci com a boca, dando beijinhos e mordidinhas por sua barriga. Desabotoei sua calça e a tirei junto da sua calcinha, não sei se erra certo, mas eu queria. Afastei suas pernas, e fui beijando suas coxas, virilha, até chegar em seu sexo, passei a língua, e logo comecei a chupar seu clitóris, alternava entre forte e fraco, ela segurava delicadamente em meu rosto, pedindo mais. Parei de chupar por alguns instantes e olhei para ela, introduzi dois dedos em seu sexo, pude ver meus olhos fecharem e abrir de novo, ela gemeu, gemeu meu nome, me chamou de amor, voltei a chupar seu clitóris novamente, meus dedos entravam e saiam de seu sexo, coloquei mais um, ela contraiu, fui mais rápido, e logo mais um dedo, contraia muito seu sexo em meus dedos, chupava muito forte, e seus gemido eram altos, senti seu corpo se contrair, e um gemido mais intenso, logo seu liquido escorreu deixando meus dedos molhados tirei e dei para ela chupar, um por um, enquanto eu tratava de seu sexo, limpei todinho, tirei a mão de sua boca, e deitei por cima dela, beijei, ela sentiu seu próprio gosto, me segurou e se virou, ficando por cima de mim, acariciava meu corpo todo, tirou minha calça rapidamente, tirou minha cueca (não uso calcinhas). Sorriu ao ver que eu havia feito a depilação, estava toda lisinha e roseada. Passou a língua nela toda, me arrepiei e gemi. Suas mãos afastaram minhas pernas e as ergueu, posição frango assado, eu suspirei, suas mãos afastaram minhas nadegas, e sua língua me percorreu por inteira, meu sexo estava mais molhado do que antes, estava perto de gozar, contrai de leve meu cúzinho e ela percebeu que estaria livre, brincou com a língua ali, deixou bem molhado, passou a língua ate meu clitóris, onde começou a chupar forte, e com seus dedos acariciava e forçava vez no meu sexo, vez no meu cúzinho. Gemi mais alto, ela me penetro com um e depois o 2º dedo no cúzinho, me chupando fortemente, enquanto eu gemia, e acariciava meus próprios seios, gemi seu nome, estava louca por ela, queria mais um pouco, estava gozando já. Penetrou-me com a língua movimentos rápidos, e logo disputou meu cúzinho com seus dedos e língua. Enquanto sua outra mão me estimulava o clitóris. Logo gozei muito para ela, ela me chupou forte novamente me limpando enquanto tirava seus dedos de mim. Deitou ao meu lado e me beijo, rolamos na cama, e logo ficou por cima de mim, encostando bem seus sexo em mim, estremeci, queria gozar de novo, ela roçou de leve, segurei em seus seios e ela nos meus. Ficamos assim por algum tempo, a viela fechar os olhos, foi mais rápido, senti seu liquido escorrer no meu sexo, gozei, gozei ao sentir o gozo dela em mim. Ela deitou-se ao meu lado, e ficamos assim, por alguns minutos, levantamos e fomos tomar uma ducha.



temp
temp
temp
temp
temp
temp
temp-thumb
temp-thumb
temp-thumb
temp-thumb
temp-thumb
temp-thumb




TUMBLR +18 © 2011